Úlcera bucal e aftosa em pacientes com HIV
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Úlceras aftosas

Os dados sugerem que ao redor de 90 por cento das pessoas com HIV sofrerá algum tipo de problema oral como consequência da sua doença. É importante a comunicação frequente entre os pacientes com HIV e os seus dentistas, para detectar os problemas e reduzir o risco de doenças e/ou condições patológicas orais.

As ulceras orais podem aparecer em quase 50 por cento dos pacientes com HIV durante o curso da doença. Dois tipos de úlceras orais devem ser consideradas causas possíveis de infecções orais em pacientes com HIV:

  • Úlceras por vírus herpes simplex (HSV). As úlceras por HSV costumam aparecer no tecido gengival ou no palato duro dentro da boca, assim como nos lábios e na mucosa oral fora da boca. Estudos demonstraram que aproximadamente 10 a 25 por cento dos pacientes com HIV experimentam infecções recorrentes causadas pelo HSV. Em geral, o tratamento inclui um curso de duas semanas com Aciclovir, e os enxágues bucais podem ajudar a manter limpa a zona, enquanto as úlceras curam.
  • Úlceras aftosas recorrentes (UAR). É desconhecida ainda a causa exata das UAR. Não são mais comuns em pacientes com HIV que na população geral, mas costumam serem mais graves. Em geral, a UAR aparece na cara interna das bochechas ou nos lados da língua. O tratamento padrão inclui esteroides tópicos ou corticosteroides sistêmicos.

Os pacientes com o HIV também costumam apresentar secura da boca, o qual pode agravar as lesões orais. Portanto, é importante adotar ações preventivas tais como beber água com maior frequência ou mastigar borracha sem açúcar, para ajudar no manejo da boca seca e reduzir o risco de desenvolver qualquer tipo de lesão ou ulceração oral.